{"id":1533,"date":"2020-11-02T17:00:52","date_gmt":"2020-11-02T20:00:52","guid":{"rendered":"http:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/?p=1533"},"modified":"2022-06-22T20:14:14","modified_gmt":"2022-06-22T23:14:14","slug":"o-fim-de-uma-era-eleicoes-2020-encerram-a-gestao-udo-dohler","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/2020\/11\/02\/o-fim-de-uma-era-eleicoes-2020-encerram-a-gestao-udo-dohler\/","title":{"rendered":"O fim de uma era: elei\u00e7\u00f5es 2020 encerram a gest\u00e3o Udo D\u00f6hler"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong><em>Aos 78 anos, o pol\u00edtico e empres\u00e1rio deixa a gest\u00e3o de Joinville ap\u00f3s dois mandatos marcados por altos e baixos<\/em><\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s oito anos como prefeito de Joinville, as elei\u00e7\u00f5es municipais 2020 assinam o fim da gest\u00e3o Udo D\u00f6hler na cidade. A administra\u00e7\u00e3o foi marcada por pequenas implementa\u00e7\u00f5es processuais, grandes obras&nbsp; iniciadas e n\u00e3o finalizadas, alguns setores esquecidos e a falta de comunica\u00e7\u00e3o com a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Udo D\u00f6hler, que \u00e9 advogado e empres\u00e1rio do ramo t\u00eaxtil, estreou na pol\u00edtica em 2011,&nbsp; filiando-se ao Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (MDB). At\u00e9 ent\u00e3o, Udo j\u00e1 havia sido presidente da Associa\u00e7\u00e3o Empresarial de Joinville (Acij) por cinco vezes. Em 2012, disputou a prefeitura de Joinville, sendo eleito com 54,65% dos votos. E em 2016,&nbsp; foi reeleito, desta vez com 55,6% dos votos.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto gestor, Udo conseguiu alguns feitos, como a substitui\u00e7\u00e3o das secretarias regionais pelas subprefeituras &#8211; presente no primeiro plano de governo, mas colocada em pr\u00e1tica s\u00f3 no fim do segundo mandato -, a amplia\u00e7\u00e3o do Hospital Municipal S\u00e3o Jos\u00e9, investimentos na \u00e1rea da sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o e a moderniza\u00e7\u00e3o de processos administrativos dentro da prefeitura, como consultas de documenta\u00e7\u00f5es, licita\u00e7\u00f5es e ouvidoria de forma virtual, mais simples e acess\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, a aus\u00eancia de di\u00e1logo com a popula\u00e7\u00e3o, a falta de investimento no setor cultural, uma d\u00edvida de cerca de R$ 1 bilh\u00e3o com o Instituto de Previd\u00eancia Social dos Servidores P\u00fablicos do Munic\u00edpio de Joinville ( Ipreville) e, principalmente, problemas de infraestrutura e mobilidade urbana na cidade se sobressa\u00edram durante os dois mandatos.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o candidato a prefeito de Joinville pelo MDB, Fernando Krelling, que tem o apoio de Udo nas atuais elei\u00e7\u00f5es, D\u00f6hler foi um prefeito respons\u00e1vel com a economia&nbsp; e deixar\u00e1 um \u00f3timo legado na sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o da cidade. \u201cSem d\u00favidas, a habilidade como empres\u00e1rio o ajudou a recuperar as contas p\u00fablicas, que estavam no vermelho\u201d, destaca. Krelling ainda cita a revitaliza\u00e7\u00e3o das unidades b\u00e1sicas de sa\u00fade, a reforma e amplia\u00e7\u00e3o do S\u00e3o Jos\u00e9 e os feitos na educa\u00e7\u00e3o, como o aumento do n\u00famero de vagas na educa\u00e7\u00e3o infantil e as altas notas&nbsp; no \u00cdndice de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica (Ideb).<\/p>\n\n\n\n<p>Os pontos levantados por Krelling v\u00e3o ao encontro da opini\u00e3o do ex-colega de partido Rodrigo Fachini, atualmente vereador pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) na C\u00e2mara de Joinville e escolhido para ser vice do candidato a prefeito pelo Partido Social Democr\u00e1tico (PSD), Darci de Matos. Fachini chama a aten\u00e7\u00e3o para a boa administra\u00e7\u00e3o, que \u201cprimou pelo bom uso do dinheiro p\u00fablico\u201d, o que ele afirma ser uma obriga\u00e7\u00e3o, mas que nos \u00faltimos anos passou a ser uma \u201cvirtude pol\u00edtica\u201d, fazendo alus\u00e3o aos in\u00fameros esc\u00e2ndalos de corrup\u00e7\u00e3o na pol\u00edtica brasileira investigados na \u00faltima d\u00e9cada e atualmente.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 Nelson Coelho, ex-vice de Udo, que deixou a gest\u00e3o em 2019, e que atualmente \u00e9 candidato \u00e0 prefeitura pelo partido Patriota, aponta como um feito positivo a sistematiza\u00e7\u00e3o dos processos dentro da prefeitura. \u201cSe observarmos em 2013, n\u00e3o t\u00ednhamos nem uma gest\u00e3o financeira do munic\u00edpio, era uma planilha de Excel, ent\u00e3o esse \u00e9 um ganho importante.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Como pontos negativos, Coelho ressalta a ado\u00e7\u00e3o de uma \u201cpol\u00edtica tradicional\u201d que abre m\u00e3o de investimentos, fazendo com que a cidade fique \u201cparada no tempo\u201d. \u201cColocou-se o conceito de uma Joinville 30, que \u00e9 elitista, higienista, excludente e que separa os que ganham mais dos que ganham menos.\u201d J\u00e1 Fachini destaca negativamente a indisposi\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o para com os menos favorecidos e o distanciamento das bases do partido.<\/p>\n\n\n\n<p>Um ponto citado e muito percebido \u00e9 a falta de comunica\u00e7\u00e3o de Udo com a popula\u00e7\u00e3o. O prefeito optou por uma postura reservada quanto a sua vida pessoal e at\u00e9 mesmo p\u00fablica. Durante esses anos, n\u00e3o foram raros os <em>memes <\/em>satirizando os sumi\u00e7os do prefeito. Fachini diz que a f\u00f3rmula pode funcionar em uma empresa, mas n\u00e3o para a gest\u00e3o de uma cidade. \u201cO distanciamento do povo foi n\u00edtido e s\u00f3 foi piorando\u201d, afirma. Coelho comenta que o prefeito n\u00e3o pode ser apenas aquele que vai administrar as finan\u00e7as do munic\u00edpio, e que para isso existe o secret\u00e1rio da Fazenda. \u201cO prefeito \u00e9 um ator pol\u00edtico que vai conversar com os mais variados setores. Ele precisa ter uma comunica\u00e7\u00e3o clara, franca e transparente, e ser o embaixador da cidade\u201d, conclui.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 no quesito infraestrutura e mobilidade urbana, o doutor em Hist\u00f3ria e mestre em Sociologia Pol\u00edtica Eliton Felipe de Souza acredita que provavelmente \u201cUdo tenha sido o respons\u00e1vel pelo maior estelionato eleitoral da hist\u00f3ria de Joinville\u201d, se referindo \u00e0 Ponte Joinville, que faria liga\u00e7\u00e3o entre as zonas Sul e Leste da cidade. A constru\u00e7\u00e3o, que segue sem uma licen\u00e7a ambiental e, consequentemente, sem data para abertura de licita\u00e7\u00e3o, seria a principal marca da administra\u00e7\u00e3o de Udo, prevista no plano de governo do primeiro mandato e com conclus\u00e3o ainda em 2015. \u201cA atual gest\u00e3o foi eleita por duas vezes prometendo a constru\u00e7\u00e3o e ela n\u00e3o saiu do papel\u201d, pontua.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Muito pelo contr\u00e1rio, a principal marca da administra\u00e7\u00e3o de Udo em mobilidade e infraestrutura \u00e9 a obra do Rio Mathias, que consiste na implanta\u00e7\u00e3o de microdrenagens que combateriam os recorrentes alagamentos no centro da cidade. As obras, que se iniciaram em 2014 e n\u00e3o tem previs\u00e3o de t\u00e9rmino, atrapalham o tr\u00e2nsito na regi\u00e3o central e sobretudo o com\u00e9rcio local. Os comerciantes&nbsp; j\u00e1 fizeram protestos por conta do atraso das obras relatando que, por causa da poeira, lama e o mau cheiro de esgoto, perderam clientes e, consequentemente, tiveram queda nos faturamentos dos com\u00e9rcios. Hoje em dia, nas ruas por onde a obra j\u00e1 passou, como por exemplo a rua Jer\u00f4nimo Coelho, \u00e9 poss\u00edvel observar in\u00fameros im\u00f3veis comerciais vazios e com placas de aluguel.<\/p>\n\n\n\n<p>Krelling chama a condu\u00e7\u00e3o das obras do Rio Mathias de \u201cterr\u00edvel\u201d, a classificando como principal problema da gest\u00e3o Udo D\u00f6hler. Coelho considera as obras uma \u201cdecis\u00e3o equivocada, que come\u00e7ou errada e terminou errada\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda dentro deste tema, uma das principais promessas de Udo ainda em 2012 e motivo de piadas nos anos seguintes foi a meta de asfaltar 300 quil\u00f4metros de ruas nos quatro anos do primeiro mandato. A proposta ficou distante de ser cumprida, sendo que em 2014, segundo dados da Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o de Joinville (Secom), s\u00f3 havia sido asfaltado pouco mais de 7 mil metros. No plano de governo do segundo mandato, n\u00e3o foi nem mesmo inclu\u00edda estimativa de quilometragem, sendo abordado plano de pavimenta\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria e o recapeamento dos principais eixos vi\u00e1rios. \u201cUma cidade desenvolvida como Joinville n\u00e3o pode continuar com 700 quil\u00f4metros de ruas sem asfalto\u201d, declara Krelling.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro setor que sentiu a gest\u00e3o Udo D\u00f6hler de forma negativa foi o cultural. \u201cTodas as a\u00e7\u00f5es de governo realizadas foram prejudiciais \u00e0 cultura\u201d, declara o presidente do Conselho Municipal de Pol\u00edtica Cultural (CMPC), Anderson Dresch, que classifica Udo como o pior prefeito de Joinville nos 25 anos que mora no munic\u00edpio. Anderson relata problemas, como a falta de investimento na infraestrutura dos centros culturais e teatros de Joinville. \u201cOs palcos de toda a cidade est\u00e3o acabados.\u201d E tamb\u00e9m o n\u00e3o funcionamento do Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura (Simdec), que \u00e9 uma ferramenta da prefeitura, prevista por lei 5372\/05, que serve para fomentar a cultura local, e fazer com que os projetos art\u00edsticos e culturais aconte\u00e7am, por meio de financiamentos. Recentemente, artistas e institui\u00e7\u00f5es culturais da cidade moveram uma a\u00e7\u00e3o contra o munic\u00edpio pedindo mudan\u00e7as no Simdec. Segundo Anderson, novos editais n\u00e3o s\u00e3o realizados ou s\u00e3o realizados de modo incompleto desde 2017.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>A influ\u00eancia de Luiz Henrique da Silveira<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Apesar dos problemas, Udo foi eleito duas vezes. Krelling, considerado seu sucessor, \u00e9 um nome forte nas atuais elei\u00e7\u00f5es; seu ex-vice, Rodrigo Coelho, foi cotado para candidatura a prefeito nas elei\u00e7\u00f5es 2020; e seu atual vice, Nelson Coelho \u00e9 candidato \u00e0 prefeitura. Por\u00e9m, o soci\u00f3logo Eliton n\u00e3o acredita na for\u00e7a dessa influ\u00eancia nas elei\u00e7\u00f5es municipais deste ano. Tra\u00e7ando um paralelo com antigos l\u00edderes executivos locais, ele diz que as alian\u00e7as de Udo com Rodrigo e Nelson n\u00e3o renderam grandes possibilidades para os dois pol\u00edticos em 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Eliton, os dois mandatos de Udo devem muito \u00e0 influ\u00eancia do j\u00e1 falecido Luiz Henrique da Silveira &#8211; grande pol\u00edtico catarinense, com trajet\u00f3ria que inclui cargos como prefeito de Joinville,&nbsp; governador do estado de Santa Catarina e a presid\u00eancia nacional do MDB. \u201cA influ\u00eancia do antigo mandat\u00e1rio da cidade fica evidente quando analisamos a figura do ent\u00e3o empres\u00e1rio Udo D\u00f6hler\u201d, comenta Souza. \u201cUma figura sem nenhum carisma, que nunca havia sido candidato a cargos p\u00fablicos na cidade, e que tinha no hist\u00f3rico da pr\u00f3pria empresa processos por maus tratos de funcion\u00e1rias mulheres.\u201d Como exemplo do tamanho da influ\u00eancia de Luiz Henrique, o historiador cita as camisas com estampas em homenagem ao pol\u00edtico usadas por militantes do MDB&nbsp; nas atuais elei\u00e7\u00f5es, cinco anos ap\u00f3s a morte dele.<\/p>\n\n\n\n<p>A teoria do cientista social se confirma quando Fachini conta, em tom saudoso, que se sentia muito \u00e0 vontade no \u201cMDB de Luiz Henrique\u201d. Por\u00e9m, ele relata que j\u00e1 nos primeiros anos da gest\u00e3o Udo, ele havia sentido um \u201cclima ruim\u201d para os emedebistas da cidade. Fachini ainda afirma ter sido boicotado por Udo, ap\u00f3s insistir na sua candidatura \u00e0 C\u00e2mara de Vereadores, em 2016. \u201cFiquei cada vez mais isolado, adotei um tom cada vez mais cr\u00edtico e, finalmente, me filiei ao PSDB, onde tenho encontrado um \u00f3timo ambiente\u201d, conclui.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo desses oito anos, muita coisa aconteceu no cen\u00e1rio pol\u00edtico nacional, como a queda do Partido dos Trabalhadores (PT) e a ascens\u00e3o do conservadorismo e do movimento bolsonarista&nbsp; no pa\u00eds. Tudo isso refletiu em Joinville, que, em 2018, rendeu mais de 70% dos votos ao Bolsonaro, ent\u00e3o candidato pelo PSL (Partido Social Liberal), no primeiro turno das elei\u00e7\u00f5es presidenciais. No mesmo ano, os joinvilenses tamb\u00e9m renderam cerca de 39% de votos ao Carlos Mois\u00e9s, candidato a governador estadual tamb\u00e9m pelo PSL, desbancando Mauro Mariani do MDB, partido tradicional na cidade. Apesar do cen\u00e1rio, Udo se manteve em uma posi\u00e7\u00e3o est\u00e1vel durante todo o mandato, permanecendo distante o suficiente&nbsp; da imagem de Bolsonaro para n\u00e3o ser rotulado como bolsonarista, nem como opositor a ele. \u201cAlgo dif\u00edcil de realizar em meio ao momento de polariza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do pa\u00eds\u201d, reconhece Eliton. Ele conclui que esse feito, atrelado ao apoio da imprensa joinvilense, \u201clhe garantiu a sa\u00edda da prefeitura com a mesma imagem que a campanha eleitoral de 2012 o pintou: \u2018O homem das m\u00e3os limpas\u2019.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Contrariamente, Nelson Coelho critica a posi\u00e7\u00e3o de \u201ccentr\u00e3o\u201d adotada por Udo, e diz ter pensado que o partido \u201cfaria um esfor\u00e7o para ajudar a&nbsp; gest\u00e3o do Brasil\u201d. \u201cQuando o presidente Bolsonaro foi eleito, achei que o partido tinha entendido qual era a mensagem das ruas\u201d, declara ele, que completa dizendo que esse foi um dos fatores que o levaram a sair do partido.<\/p>\n\n\n\n<p>Em nota, a prefeitura n\u00e3o rebateu as cr\u00edticas e n\u00e3o justificou os erros apontados. Em vez disso, preferiu refor\u00e7ar os feitos na educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade, como a amplia\u00e7\u00e3o de vagas para educa\u00e7\u00e3o infantil, o uso de tablets em aula, a cria\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os para aulas de rob\u00f3tica e a reforma e amplia\u00e7\u00e3o do Hospital Municipal S\u00e3o Jos\u00e9. Tamb\u00e9m destacou o respeito com o dinheiro p\u00fablico e o controle rigoroso da gest\u00e3o quanto \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o e a implanta\u00e7\u00e3o do Servi\u00e7o Eletr\u00f4nico de Informa\u00e7\u00e3o (SEI), que agilizou os processos administrativos. Outro ponto citado foi as melhorias na pavimenta\u00e7\u00e3o das ruas, que est\u00e1 abaixo da meta do pr\u00f3prio plano de governo, e a inicia\u00e7\u00e3o das obras da Ponte Joinville para 2021, o que ficaria para a pr\u00f3xima gest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Reportagem:<\/strong> Pedro Novais&nbsp;<br><strong>Foto:<\/strong> Kevin Eduardo<br><strong>Conte\u00fado produzido para o Primeira Pauta Digital<\/strong>&nbsp;| Disciplina Jornal Laborat\u00f3rio I, 4\u00aa fase\/2020.<\/p>\n\n    <div class=\"xs_social_share_widget xs_share_url after_content \t\tmain_content  wslu-style-1 wslu-share-box-shaped wslu-fill-colored wslu-none wslu-share-horizontal wslu-theme-font-no wslu-main_content\">\n\n\t\t\n        <ul>\n\t\t\t        <\/ul>\n    <\/div> \n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aos 78 anos, o pol\u00edtico e empres\u00e1rio deixa a gest\u00e3o de Joinville<br \/>\nap\u00f3s dois mandatos marcados por altos e baixos<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":2583,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[233],"tags":[232,58,199,231,234,235],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1533"}],"collection":[{"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1533"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1533\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2585,"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1533\/revisions\/2585"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2583"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1533"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1533"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1533"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}