{"id":1689,"date":"2020-12-15T18:00:59","date_gmt":"2020-12-15T21:00:59","guid":{"rendered":"http:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/?p=1689"},"modified":"2025-07-04T20:15:39","modified_gmt":"2025-07-04T23:15:39","slug":"tempo-em-redes-sociais-aumenta-40-na-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/2020\/12\/15\/tempo-em-redes-sociais-aumenta-40-na-pandemia\/","title":{"rendered":"Tempo em redes sociais aumenta 40% na pandemia"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Especialistas falam sobre malef\u00edcios das redes \u00e0 popula\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil \u00e9 o segundo pa\u00eds que passa mais tempo nas redes sociais. Os brasileiros perdem apenas para as Filipinas, que tem uma m\u00e9dia di\u00e1ria de 241 minutos por dia, enquanto aqui \u00e9 de 225. Esse foi o dado levantado pela <strong>GlobalWebIndex<\/strong> em 2019. Neste ano, com a pandemia da covid-19, <a href=\"https:\/\/www.kantar.com\/Inspiration\/Coronavirus\/COVID-19-Barometer-Consumer-attitudes-media-habits-and-expectations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\">uma pesquisa<\/span><\/strong><\/a> feita pela consultoria <strong>Kantar <\/strong>apontou que o uso do <strong>WhatsApp<\/strong>, <strong>Facebook <\/strong>e <strong>Instagram <\/strong>aumentou 40%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com as crian\u00e7as em casa, a necessidade de criar atrativos para entret\u00ea-las aumentou. \u201cAs telas acabam sendo um recurso que os pais t\u00eam utilizado muito para distrair as crian\u00e7as\u201d avaliou a psic\u00f3loga e professora Elaine Cristina Luiz. Para a ela, os pequenos t\u00eam sido expostos cada vez mais cedo a telas e redes sociais e alguns deles t\u00eam um apelo grande para jovens, o que as sujeita a uma constante compara\u00e7\u00e3o a outros jovens.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os pais n\u00e3o conseguem acompanhar o tempo todo o conte\u00fado que os filhos est\u00e3o acessando. Isso compromete at\u00e9 mesmo a seguran\u00e7a dos pequenos, j\u00e1 que quem est\u00e1 do outro lado da tela nem sempre s\u00e3o quem dizem ser. Em 2018, por exemplo, o <strong>Facebook <\/strong>desativou cerca de <strong>583 milh\u00f5es de contas falsas<\/strong>. A rede social estima ainda que 3% a 4% das contas que n\u00e3o foram deletadas naquele per\u00edodo ainda eram falsas.<\/p>\n\n\n\n<p>Elaine aponta que a pr\u00e9-adolesc\u00eancia \u00e9 a fase que merece mais aten\u00e7\u00e3o. \u201c\u00c9 onde as crian\u00e7as est\u00e3o muito suscet\u00edveis a formarem v\u00ednculos. Elas desejam pertencer e se sentir inclu\u00eddas.\u201d V\u00ednculos familiares e escolares devem ser fortalecidos nesse per\u00edodo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>M\u00e3e de um pr\u00e9-adolescente, de 12 anos, Andreia Quandt preza pelo di\u00e1logo sobre o uso da internet. Ela acompanha o filho nas redes sociais e j\u00e1 interveio em uma postagem quando n\u00e3o achou o conte\u00fado adequado. Ela conta que o filho criou um meme com a foto de um amigo e disse que ele n\u00e3o se importaria com a brincadeira.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFiz ele entender que hoje \u00e9 uma brincadeira inocente que depois pode virar um h\u00e1bito feio e desnecess\u00e1rio, podendo at\u00e9 se tornar bullying\u201d, contou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Diferente de Andreia, Andrea Patr\u00edcia, m\u00e3e do Victor, de 17 anos, contou que nunca sentiu necessidade de intervir nas publica\u00e7\u00f5es do filho. \u201cSempre tivemos uma conversa franca sobre bullying, palavr\u00f5es, respeito pelas mulheres, idosos, pessoas com rela\u00e7\u00f5es homoafetivas.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Adultos e redes sociais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Apesar do protagonismo dos adolescentes sobre o assunto, o <strong>perfil do internauta brasileiro<\/strong> \u00e9 diferente. Mulher entre 25 e 34 anos, classe C, morador de \u00e1rea urbana e com ensino m\u00e9dio completo. Isso \u00e9 o que aponta a <strong>Pesquisa Sobre o Uso das Tecnologias de Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o nos Domic\u00edlios Brasileiros de 2017<\/strong>. Para a <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.cgi.br\/media\/docs\/publicacoes\/2\/tic_dom_2017_livro_eletronico.pdf\" target=\"_blank\"><strong><span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\">pesquisa<\/span><\/strong><\/a>, foram entrevistadas 10.320 pessoas. Al\u00e9m disso, 90% de todos os usu\u00e1rios fazem acesso pelo celular.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PERFIL DEMOGR\u00c1FICO DO INTERNAUTA BRASILEIRO<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><\/td><td>N<\/td><td>%<\/td><\/tr><tr><td>\u00c1rea Geogr\u00e1fica<\/td><td><\/td><td><\/td><\/tr><tr><td>Urbano<\/td><td>9.806<\/td><td>95<\/td><\/tr><tr><td>Rural<\/td><td>514<\/td><td>5<\/td><\/tr><tr><td>Faixa Et\u00e1ria<\/td><td><\/td><td><\/td><\/tr><tr><td>De 10 a 15 anos<\/td><td>1.067<\/td><td>10,3<\/td><\/tr><tr><td>De 16 a 24 anos<\/td><td>2558<\/td><td>24,8<\/td><\/tr><tr><td>De 25 a 34 anos<\/td><td>2.929<\/td><td>28,4<\/td><\/tr><tr><td>De 34 a 44 anos<\/td><td>1.659<\/td><td>16,1<\/td><\/tr><tr><td>De 45 a 59 anos<\/td><td>1.565<\/td><td>15,2<\/td><\/tr><tr><td>De 60 anos ou mais<\/td><td>542<\/td><td>5,3<\/td><\/tr><tr><td>Sexo<\/td><td><\/td><td><\/td><\/tr><tr><td>Masculino<\/td><td>4.872<\/td><td>47,2<\/td><\/tr><tr><td>Feminino<\/td><td>5.548<\/td><td>52,8<\/td><\/tr><tr><td>Classe Social<\/td><td><\/td><td><\/td><\/tr><tr><td>AB<\/td><td>3.228<\/td><td>31,3<\/td><\/tr><tr><td>C<\/td><td>5.145<\/td><td>49,9<\/td><\/tr><tr><td>DE<\/td><td>1.947<\/td><td>21,6<\/td><\/tr><tr><td>Escolaridade<\/td><td><\/td><td><\/td><\/tr><tr><td>Analfabeto\/Educa\u00e7\u00e3o Infantil<\/td><td>86<\/td><td>0,8<\/td><\/tr><tr><td>Ensino Fundamental<\/td><td>2.940<\/td><td>28,5<\/td><\/tr><tr><td>Ensino M\u00e9dio<\/td><td>5.062<\/td><td>49,1<\/td><\/tr><tr><td>Ensino Superior<\/td><td>2.232<\/td><td>21,6<\/td><\/tr><tr><td>Meio de Acesso \u00e0 Internet<\/td><td><\/td><td><\/td><\/tr><tr><td>Desktop<\/td><td>3.842<\/td><td>37,2<\/td><\/tr><tr><td>Laptop<\/td><td>3.933<\/td><td>38,1<\/td><\/tr><tr><td>Tablet<\/td><td>1.728<\/td><td>16,7<\/td><\/tr><tr><td>Celular<\/td><td>9.286<\/td><td>90<\/td><\/tr><tr><td>Video Game<\/td><td>668<\/td><td>6,6<\/td><\/tr><tr><td>TV<\/td><td>1.218<\/td><td>11,8<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><figcaption>Fonte: Pesquisa TIC Domic\u00edlios 2015<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A universit\u00e1ria Gabriela Bento, de 21 anos, tem notebook, mas admite que assiste \u00e0s aulas pelo celular. A acad\u00eamica de Ci\u00eancias Cont\u00e1beis contou que passa quatro horas di\u00e1rias nas redes sociais, mas \u00e0s vezes desinstala os aplicativos. \u201cPor conta desse tempo que acabo perdendo e que poderia estar aplicando em outra atividade relevante\u201d, justifica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m em aulas remotas, Mariana Tavares, 18 anos, est\u00e1 no \u00faltimo ano do ensino m\u00e9dio. Com a mudan\u00e7a na rotina, ela confirma que o tempo nas redes sociais tamb\u00e9m aumentou, principalmente enquanto est\u00e1 em aula. Agora, quando recebe uma notifica\u00e7\u00e3o no celular, sente que precisa checar. \u201cEu tento me controlar, mas \u00e0s vezes fica dif\u00edcil mesmo, pois minha rotina de estudos n\u00e3o \u00e9 a mesma com as aulas presenciais\u201d, admite.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nos adultos, as <strong>redes sociais<\/strong> funcionam como uma esp\u00e9cie de recompensa, avalia o neuropediatra Marino Miloca Rodrigues. Essa recompensa vem atrav\u00e9s das curtidas, n\u00famero de seguidores, <em>feedback <\/em>de fotos e compartilhamentos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSem que seja t\u00e3o percebido, ficamos cada vez mais dependentes desta recompensa, que acaba sendo cada vez menos satisfat\u00f3ria, gerando uma busca maior por recompensa, por\u00e9m com uma sensa\u00e7\u00e3o menor de bem estar.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Luana Borba n\u00e3o est\u00e1 distante desse sentimento. Ela acredita que as redes sociais funcionam como um escape da realidade, que livra as pessoas de lidar com sentimentos, responsabilidades e podem funcionar como preenchimento do conv\u00edvio social. \u201cPercebi muito neste tempo que as redes sociais passaram a se tornar algo necess\u00e1rio no dia a dia, como uma ferramenta de sobreviv\u00eancia, por mais estranho que pare\u00e7a.\u201d Luana trabalha em uma empresa de gest\u00e3o e controle financeiro e est\u00e1 em <em>home office<\/em> desde mar\u00e7o, ainda sem previs\u00e3o de retorno. Ela estima que o tempo que passa em redes sociais tenha aumentado cerca de 70% na pandemia.&nbsp;<br>Apesar dos dados que comprovam o tempo m\u00e9dio alto, os brasileiros ainda est\u00e3o em terceiro lugar no ranking do Mercosul (Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil) de domic\u00edlios com acesso \u00e0 Internet. O pa\u00eds perde apenas para o Paraguai. A <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.cgi.br\/media\/docs\/publicacoes\/17\/20200804155103\/Agenda_Digital_do_Mercosul_2018_2020_Panorama_dos_Indicadores_Disponiveis.pdf\" target=\"_blank\"><span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\"><strong>pesquisa<\/strong><\/span><\/a><strong><span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\"> <\/span><\/strong>foi feita pelo <strong>Comit\u00ea Gestor da Internet<\/strong> em 2018.<\/p>\n\n\n<div class=\"infogram-embed\" data-id=\"bb3ecf3d-6914-44bc-a043-164a967f2c29\" data-type=\"interactive\" data-title=\"Gr\u00e1fico de colunas\">&nbsp;<\/div>\n<p><script>!function(e,i,n,s){var t=\"InfogramEmbeds\",d=e.getElementsByTagName(\"script\")[0];if(window[t]&&window[t].initialized)window[t].process&&window[t].process();else if(!e.getElementById(n)){var o=e.createElement(\"script\");o.async=1,o.id=n,o.src=\"https:\/\/e.infogram.com\/js\/dist\/embed-loader-min.js\",d.parentNode.insertBefore(o,d)}}(document,0,\"infogram-async\");<\/script><\/p>\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Exposi\u00e7\u00e3o excessiva a telas causa fadiga visual<\/h4>\n\n\n\n<p>Cerca de 2,2 bilh\u00f5es de pessoas no mundo t\u00eam alguma defici\u00eancia visual. Dessas, pelo menos 1 bilh\u00e3o t\u00eam alguma defici\u00eancia visual que poderia ter sido evitada ou que ainda n\u00e3o foi corrigida. Esses foram os dados levantados pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade em outubro de 2019. Esse foi o primeiro relat\u00f3rio mundial sobre vis\u00e3o publicado pela organiza\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As consequ\u00eancias de longas exposi\u00e7\u00f5es a telas de celular s\u00e3o v\u00e1rias. O oftalmologista Rafael Farias Miers explica que nossa vis\u00e3o funciona vendo objetos e imagens refletidas, seja pelo sol ou por l\u00e2mpadas. J\u00e1 as telas, projetam uma luz direto aos olhos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"http:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Rafael-Farias-Miers-Audio-1.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<p>O m\u00e9dico ainda compartilha o exemplo de algu\u00e9m pr\u00f3ximo. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"http:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Rafael-Farias-Miers-Audio-2.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<p>A oftalmologista Tatiana Rocha Rays de Aguiar afirma que o melhor tratamento para quem passa muito tempo em frente a telas \u00e9 fazer pausas. \u201cPodem ser pausas curtas, de 20 segundos, olhando para longe a cada 20 minutos. Lembrar de piscar. Talvez usar algum col\u00edrio lubrificante.\u201d O posicionamento das telas tamb\u00e9m \u00e9 importante, a m\u00e9dica recomenda que elas sempre estejam em uma altura mais baixa que os olhos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tatiana ainda fala sobre a exist\u00eancia de filtros azuis que podem ser colocados em lentes de \u00f3culos para ajudar nos sintomas de fadiga visual.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Depend\u00eancia documentada<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O assunto \u201cdepend\u00eancia em redes sociais\u201d ficou mais evidente nos primeiros dias de setembro. O servi\u00e7o de streaming da Netflix disponibilizou no cat\u00e1logo o document\u00e1rio O Dilema das Redes. Ele traz relatos de ex-funcion\u00e1rios de empresas como: Google, Pinterest, Instagram e Facebook. Essas pessoas contaram como essas grandes empresas come\u00e7aram a lucrar cada vez mais em um mercado em que o produto \u00e9 o usu\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dos relatos, o document\u00e1rio traz uma hist\u00f3ria fict\u00edcia de uma fam\u00edlia com dificuldades de comunica\u00e7\u00e3o devido ao uso excessivo do celular. Em uma cena, a m\u00e3e prop\u00f5e que todos coloquem os celulares dentro de um jarro que ficar\u00e1 trancado at\u00e9 o final do jantar. Depois de receber uma notifica\u00e7\u00e3o, a filha mais nova do casal quebra o recipiente para pegar o aparelho.<\/p>\n\n\n\n<p>A rea\u00e7\u00e3o da personagem est\u00e1 ligada a forma como o v\u00edcio em redes sociais pode afetar fun\u00e7\u00f5es cerebrais. O neuropediatra Marino Rodrigues confirmou que de forma aguda, o v\u00edcio nas redes pode gerar ang\u00fastia e ansiedade. \u201cAlguns estudos t\u00eam mostrado que quando aumenta a exposi\u00e7\u00e3o a telas (TV; celular; tablet), nosso desenvolvimento cognitivo tem a tend\u00eancia de reduzir. Esta redu\u00e7\u00e3o ocorre porque mem\u00f3ria, concentra\u00e7\u00e3o e linguagem s\u00e3o afetadas\u201d, afirmou o m\u00e9dico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n    <div class=\"xs_social_share_widget xs_share_url after_content \t\tmain_content  wslu-style-1 wslu-share-box-shaped wslu-fill-colored wslu-none wslu-share-horizontal wslu-theme-font-no wslu-main_content\">\n\n\t\t\n        <ul>\n\t\t\t        <\/ul>\n    <\/div> \n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Especialistas falam sobre malef\u00edcios das redes \u00e0 popula\u00e7\u00e3o O Brasil \u00e9 o segundo pa\u00eds que passa mais tempo nas redes sociais. 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