{"id":1735,"date":"2020-12-12T20:49:34","date_gmt":"2020-12-12T23:49:34","guid":{"rendered":"http:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/?p=1735"},"modified":"2022-06-22T20:00:04","modified_gmt":"2022-06-22T23:00:04","slug":"a-elitista-e-dissimulada-arte-plastica-joinvilense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/2020\/12\/12\/a-elitista-e-dissimulada-arte-plastica-joinvilense\/","title":{"rendered":"A elitista e dissimulada arte pl\u00e1stica joinvilense"},"content":{"rendered":"\n<p><em>O setor foi uma das primeiras \u00e1reas afetadas pela pandemia do coronav\u00edrus, \u00e9 esquecida por parte da sociedade e mesmo assim existem artistas inspirados na regi\u00e3o<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Juarez Machado, Luiz Henrique Schwanke, Nuno Roland, Irm\u00e3os Feitosa. Joinville \u00e9 a cidade natal de artistas visuais famosos nacional e internacionalmente. A pintura vem ganhando espa\u00e7o na cena cultural da cidade, onde diversos talentos s\u00e3o descobertos por meio de exposi\u00e7\u00f5es em galerias espalhadas pela cidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A maior cidade do estado possui apenas 6 galerias de arte e 1 escrit\u00f3rio de consultoria na compra de quadros. Em m\u00e9dia, s\u00e3o feitas 50 exposi\u00e7\u00f5es art\u00edsticas por ano em Joinville. Os pre\u00e7os de obras de artistas locais variam muito, quadros de artistas que est\u00e3o iniciando sua carreira podem custar de R$200 a R$4000, mas quadros de artistas de renome, como de Juarez Machado, podem passar dos R$100.000.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Uma revela\u00e7\u00e3o recente na cidade por trazer arte inovadora \u00e9 o artista pl\u00e1stico Wagner Padilha, 23,&nbsp; que recentemente estreou uma exposi\u00e7\u00e3o que est\u00e1 sendo muito elogiada pelos especialistas de arte da regi\u00e3o. Natural de Joinville, Wagner foi interessado e estimulado na arte desde a inf\u00e2ncia, aos 10 anos, foi matriculado na Casa da Cultura onde fez cursos na \u00e1rea da arte e desenvolveu t\u00e9cnicas que usa at\u00e9 hoje.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, o artista uniu sua paix\u00e3o pela est\u00e9tica a uma profiss\u00e3o, estuda arquitetura e urbanismo al\u00e9m de continuar atuando como artista pl\u00e1stico. Padilha comenta sobre sua exposi\u00e7\u00e3o, que tem como tema \u201c\u00caxodo\u201d: \u201cEu nasci e vivi num bairro de Joinville mais pacato e conservador, sempre fui uma pessoa que me destacava e chamava aten\u00e7\u00e3o de uma forma estranha aos olhos destes, para mim era um ambiente do qual me sentia deslocado e n\u00e3o pertencente. Sendo assim, esse \u2018\u00caxodo\u2019 que era urbano, hoje acontece naturalmente, e \u00e9 isso que quis transmitir\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 muito experiente, Moacir Moreira, 65, que tamb\u00e9m \u00e9 natural de Joinville, \u00e9 artista pl\u00e1stico h\u00e1 mais de 40 anos. Segundo ele, j\u00e1 passou por muitas fases e procuras art\u00edsticas, mas atualmente desenvolve um trabalho que fala do tempo atrav\u00e9s do registro da passagem constante de p\u00e1ssaros. \u201cS\u00e3o grandes revoadas que se comp\u00f5em em planos e movimentos, num intenso di\u00e1logo com a cor. Fatores que determinam o que quero expressar em cada obra\u201d disse.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Filha da artista pl\u00e1stica Rita Zanella,&nbsp; J\u00falia, 22, tamb\u00e9m \u00e9 uma artista pl\u00e1stica joinvilense. Desde a adolesc\u00eancia vendia retratos e desenhos, em 2017 a arte se tornou uma carreira. Hoje cursa arquitetura e urbanismo, onde aprendeu sobre hist\u00f3ria da arte e tamb\u00e9m t\u00e9cnicas de pintura. J\u00falia fala sobre a identidade do seu trabalho: \u201cgosto da tentativa de causar algum desconforto, n\u00e3o que necessariamente atinja esse objetivo, afinal quem termina a obra \u00e9 o consumidor, certo?\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Marc Engler, 40, \u00e9 um artista pl\u00e1stico e curador de arte conhecido em Joinville. Aos 32 anos, cursou fotografia em S\u00e3o Paulo, com o objetivo de unir o seu gosto pela arte a uma profiss\u00e3o que pudesse ser o seu \u2018ganha p\u00e3o\u2019. Depois de graduar-se, abriu seu est\u00fadio de fotografia na capital paulista, insatisfeito e frustrado com a profiss\u00e3o de fot\u00f3grafo, voltou a sua terra natal, Joinville, para atuar como curador e iniciar sua carreira como artista pl\u00e1stico.<\/p>\n\n\n\n<p>Engler tamb\u00e9m faz parte da Associa\u00e7\u00e3o de Artistas Pl\u00e1sticos de Joinville (APPLAJ).&nbsp; A inten\u00e7\u00e3o da associa\u00e7\u00e3o \u00e9 estimular a produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica de Joinville, com movimentos de cria\u00e7\u00e3o de arte entre seus associados, a partir de reuni\u00f5es e discuss\u00f5es. \u201cEstamos tentando mudar e o fato de que as pessoas consideram a arte elitista em Joinville, porque ela \u00e9 pra todos, ela transforma e \u00e9 importante \u201c, afirma Engler.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Juarez Machado, um \u00edcone da arte pl\u00e1stica em Joinville<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O artista j\u00e1 conhecido em todo o territ\u00f3rio nacional e tamb\u00e9m fora do pa\u00eds, Juarez Machado, continua atuando mesmo aos 79 anos de idade. Nasceu em Joinville, realiza obras de pintura, escultura, caricaturas, m\u00edmica, design, cenografia, e entre outros g\u00eaneros art\u00edsticos. Juarez j\u00e1 recebeu diversos pr\u00eamios, e faz exposi\u00e7\u00f5es frequentes em v\u00e1rias cidades brasileiras, dos Estados Unidos e da Europa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Edson Machado, 63,&nbsp; irm\u00e3o de Juarez, \u00e9 produtor cultural e ex-secret\u00e1rio de cultura de Joinville e tamb\u00e9m do estado do Paran\u00e1. Ao falar do irm\u00e3o, diz \u201c\u00c9 um cidad\u00e3o do mundo, acorda \u00e0s 7h pintando e vai dormir \u00e0s 23h, tamb\u00e9m pintando, \u00e9 um exemplar na \u00e1rea da arte\u201d..&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Juarez possui em Joinville o Instituto Internacional Juarez Machado, que \u00e9 hoje considerada a \u2018meca\u2019 da arte joinvilense, onde s\u00e3o realizadas exposi\u00e7\u00f5es, workshops e tem uma biblioteca aberta ao p\u00fablico com obras liter\u00e1rias importantes para estudantes e pesquisadores da \u00e1rea da arte. \u201cDentro do instituto damos espa\u00e7o tanto para artistas quanto para a pr\u00f3pria popula\u00e7\u00e3o ter o contato com a arte por meio das exposi\u00e7\u00f5es\u201d disse Edson, que \u00e9 um dos dirigentes do instituto.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Elitista para uns e popular para outros<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Curadores, artistas e produtos ficam divididos nessa quest\u00e3o. Gabriela Loyola, 38, \u00e9 fundadora do escrit\u00f3rio joinvilense de arte, Picta, especializado em consultoria para aquisi\u00e7\u00e3o de obras de arte. \u201cConsidero a arte joinvilense acess\u00edvel se considerarmos a quest\u00e3o econ\u00f4mica, a oferta \u00e9 maior do que a procura, e elitista quanto \u00e0 acessibilidade, pelos poucos espa\u00e7os para exibi\u00e7\u00e3o e venda\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os artistas locais sofrem com a escassez de oferta de escolas voltadas para sua forma\u00e7\u00e3o e aprimoramento, de galerias que poderiam se interessar seus trabalhos, de institui\u00e7\u00f5es de refer\u00eancia que validem artisticamente sua produ\u00e7\u00e3o e de interesse das m\u00eddias pela divulga\u00e7\u00e3o. Consequentemente, o p\u00fablico que se interessa por arte acaba ficando escasso.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCertamente o governo poderia intervir com pol\u00edticas p\u00fablicas. Sinto que artistas ficam falando sozinhos quando o assunto \u00e9 incentivo \u00e0 arte. Arte \u00e9 cultura, traz benef\u00edcios a todos e \u00e9 um dos maiores bens da sociedade\u201d afirmou Gabriela. Loyola tamb\u00e9m comenta que Joinville est\u00e1 \u2018\u00f3rf\u00e3\u2019 de arte, por omiss\u00e3o da sociedade e seus representantes p\u00fablicos.<\/p>\n\n\n\n<p>Solange Simas, 53, \u00e9 coordenadora de uma das tr\u00eas escolas da Casa da Cultura em Joinville, a Escola de Artes Fritz Alt e \u00e9 ex-presidente da APPLAJ. Solange afirma que a arte joinvilense \u00e9 elitista sim: \u201cParecem existir certos c\u00f3digos de conduta n\u00e3o dominados por todos, que acabam excluindo. \u00c9 muito comum voc\u00ea encontrar sempre as mesmas pessoas em aberturas de exposi\u00e7\u00f5es em Joinville\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Solange diz tamb\u00e9m que a abertura de espa\u00e7os p\u00fablicos culturais acess\u00edveis a todos os p\u00fablicos, o incentivo e desburocratiza\u00e7\u00e3o dos editais de apoio \u00e0 cultura certamente beneficiaram n\u00e3o apenas a classe art\u00edstica como construiria uma sociedade mais democr\u00e1tica no n\u00edvel cultural.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Luciano Itaqui, 38, tamb\u00e9m integrante da AAPLAJ, artista pl\u00e1stico, curador e blogueiro, pensa de forma diferente. &#8220;A arte joinvilense n\u00e3o \u00e9 elitista,&nbsp; ela \u00e9 popular, nossos artistas est\u00e3o em todos os lugares, mostrando seus trabalhos em caf\u00e9s, livrarias, shoppings e tamb\u00e9m em galerias, fazendo com que todas as classes sejam alcan\u00e7adas&#8221; disse o especialista.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, Luciano tamb\u00e9m comenta que na atual gest\u00e3o da prefeitura da cidade, houve um grande desmonte cultural. Ao longo da gest\u00e3o Udo D\u00f6hler, teve o sucateamento da Cidadela Cultural Antarctica, onde haviam espa\u00e7os culturais e um teatro, e tamb\u00e9m o desmanche da Secretaria de Cultura, que acabou se juntando com a Secretaria de Turismo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O mercado da arte em Joinville<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Katiana Machado, 34, \u00e9 co-fundadora e dirigente da Galeria 33, o principal centro de compra de obras de arte em Joinville. Segundo ela, a galeria iniciou suas atividades em 2014, quando o artista Alceu Bett precisava de um local para expor suas pr\u00f3prias cole\u00e7\u00f5es de fotografia fine art produzidos na Europa, nessa \u00e9poca n\u00e3o havia um local de renome na cidade para expor e vender obras.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje a galeria assumiu um papel de protagonismo na cidade, \u00e9 onde os colecionadores v\u00e3o para comprar quadros e \u00e9 onde diversos artistas realizam a venda de seus quadros. Segundo Katiana, al\u00e9m de artistas joinvilenses, a galeria exp\u00f5e frequentemente quadros de artistas catarinenses e paranaenses.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Al\u00e9m de decorar espa\u00e7os, as obras de arte t\u00eam ficado mais atraentes para compra, tendo em vista que o cliente ir\u00e1 comprar uma obra exclusiva, com muito valor agregado, e com grandes perspectivas de retorno a longo prazo&#8221; disse Katiana.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Machado diz tamb\u00e9m que o mercado de arte joinvilense \u00e9 como em cidades em desenvolvimento, precisa de mais incentivo por parte do governo, visibilidade e apoio da sociedade. Katiane comenta que se a popula\u00e7\u00e3o entender o valor da arte e sua valoriza\u00e7\u00e3o a longo prazo, pode fomentar o mercado das artes pl\u00e1sticas na regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A arte pl\u00e1stica joinvilense na pandemia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Luciano Itaqui comenta sobre como os artistas enfrentaram a pandemia. Segundo ele, um dos primeiros setores atingidos pela pandemia foi o das artes, pois in\u00fameros museus fecharam por v\u00e1rios meses, diversas exposi\u00e7\u00f5es foram canceladas, muitos teatros tamb\u00e9m fecharam as portas para v\u00e1rias pe\u00e7as, e mesmo assim todos os artistas tiveram que se adaptar \u00e0 nova realidade.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Uma das primeiras solu\u00e7\u00f5es que encontramos foi realizar exposi\u00e7\u00f5es online, mas infelizmente n\u00e3o \u00e9 totalmente acess\u00edvel a todos, n\u00e3o desperta tanto interesse da popula\u00e7\u00e3o e n\u00e3o possui a mesma &#8216;\u00e1urea'&#8221; afirmou Itaqui.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O especialista tamb\u00e9m comenta que a pandemia ressignificou as apresenta\u00e7\u00f5es culturais que s\u00e3o realizadas na cidade. Tamb\u00e9m \u00e9 esperado que em futuras gest\u00f5es da prefeitura a arte e a cultura sejam levadas a s\u00e9rio, difundindo e incentivando o desenvolvimento cultural da cidade, para que os artistas n\u00e3o passem tanto aperto como passaram nos tempos de pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>Miriam da Rocha \u00e9 uma artista pl\u00e1stica que teve exposi\u00e7\u00e3o prejudicada por conta da medidas de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 pandemia do coronav\u00edrus. A sua exposi\u00e7\u00e3o no Garten Shopping teve in\u00edcio da exibi\u00e7\u00e3o em mar\u00e7o e ficou confinada durante boa parte do per\u00edodo da quarentena, ap\u00f3s a libera\u00e7\u00e3o da abertura dos shoppings centers pela prefeitura, as obras da artista&nbsp; ficaram expostas por apenas dois meses.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Reportagem:<\/strong> Kevin Banruque<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conte\u00fado produzido para o Primeira Pauta Digital<\/strong>&nbsp;| Disciplinas de Jornal Laborat\u00f3rio I e Jornalismo Digital, 4\u00aa fase\/2020<\/p>\n\n    <div class=\"xs_social_share_widget xs_share_url after_content \t\tmain_content  wslu-style-1 wslu-share-box-shaped wslu-fill-colored wslu-none wslu-share-horizontal wslu-theme-font-no wslu-main_content\">\n\n\t\t\n        <ul>\n\t\t\t        <\/ul>\n    <\/div> \n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O setor foi uma das primeiras \u00e1reas afetadas pela pandemia do coronav\u00edrus, \u00e9 esquecida por parte da sociedade e mesmo assim existem artistas inspirados na regi\u00e3o Juarez Machado, Luiz Henrique Schwanke, Nuno Roland, Irm\u00e3os Feitosa. 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