{"id":1944,"date":"2021-06-16T21:27:39","date_gmt":"2021-06-17T00:27:39","guid":{"rendered":"http:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/?p=1944"},"modified":"2025-07-04T20:25:41","modified_gmt":"2025-07-04T23:25:41","slug":"os-personagens-que-compoem-a-cidade-da-danca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/2021\/06\/16\/os-personagens-que-compoem-a-cidade-da-danca\/","title":{"rendered":"Os personagens que comp\u00f5em a cidade da dan\u00e7a"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><em>De bailarinos a empreendedores, Joinville se tornou uma refer\u00eancia no mercado nacional da dan\u00e7a&nbsp;<\/em><\/h4>\n\n\n\n<p><em>Por Gabriele Abatti<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Joinville conquistou o t\u00edtulo de Capital Nacional da Dan\u00e7a devido ao esfor\u00e7o de cada um dos personagens dessa arte, que iniciam no mundo dos ritmos desde crian\u00e7a.&nbsp; Isabela Luisa, de 9 anos, come\u00e7ou a apresentar as caracter\u00edsticas de uma bailarina desde os tr\u00eas anos. \u201cNas apresenta\u00e7\u00f5es das escolas, como dia das m\u00e3es, dos pais, P\u00e1scoa, ela sempre se destacava\u201d, compartilha Carolina Simone de Souza de Oliveira, m\u00e3e de Isabela.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Logo que Carolina percebeu os dons da filha, colocou-a em uma escola de dan\u00e7a para se desenvolver. Isa, como gosta de ser chamada, conta que o que mais ama fazer \u00e9 subir nos palcos e se apresentar para um grande p\u00fablico. \u201cQuando eu crescer quero virar bailarina e me apresentar v\u00e1rias vezes.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A pequena dan\u00e7arina foi acompanhada pela mesma professora desde o in\u00edcio de sua trajet\u00f3ria art\u00edstica. Eliane Lemos, core\u00f3grafa de Isa, declara que consegue perceber em todas as aulas a evolu\u00e7\u00e3o na concentra\u00e7\u00e3o e ritmo de sua aluna. \u201cEu percebo um crescimento absurdo, principalmente na consci\u00eancia corporal dela. Os comandos nas aulas ela corresponde melhor\u201d, enfatizou a professora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ansiedade nas competi\u00e7\u00f5es de dan\u00e7a&nbsp;<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Os ensaios para uma competi\u00e7\u00e3o iniciam-se cerca de 10 meses antes da data da apresenta\u00e7\u00e3o. Para realizar a inscri\u00e7\u00e3o no Festival de Dan\u00e7a de Joinville \u00e9 necess\u00e1rio enviar um v\u00eddeo com a pr\u00e9via da coreografia que o dan\u00e7arino ou o grupo pretende apresentar. Mesmo sem a certeza de que ir\u00e3o participar, j\u00e1 se iniciam os trabalhos de muitos ensaios pela frente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o ensaiados os detalhes m\u00ednimos at\u00e9 os mais importantes. Como, por exemplo, o movimento que as m\u00e3os ir\u00e3o fazer no final da apresenta\u00e7\u00e3o em ritmo de m\u00fasica ou at\u00e9 mesmo o figurino, elementos que ir\u00e3o compor todo o conjunto da obra.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outra preocupa\u00e7\u00e3o que ronda os est\u00fadios de dan\u00e7a s\u00e3o as quest\u00f5es psicol\u00f3gicas de cada participante. N\u00e3o importa se \u00e9 primeira vez ou at\u00e9 mesmo a d\u00e9cima participa\u00e7\u00e3o, cada momento se torna \u00fanico e muito marcante. A ansiedade toma conta de todos os envolvidos, desde dan\u00e7arinos e core\u00f3grafos e at\u00e9 mesmo os familiares.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A psic\u00f3loga Camila Paola Baier destaca a import\u00e2ncia do acompanhamento emocional de cada participante, principalmente antes dos ensaios come\u00e7arem. \u201cQualquer tipo de press\u00e3o&nbsp; psicol\u00f3gica, seja ela de fam\u00edlia ou at\u00e9 nos testes que participamos, estamos submetidos a uma press\u00e3o, que faz com que fiquemos mais cansados, estressados, ansiosos, entre outros.\u201d A profissional enfatiza que para os casos mais recorrentes de crises de ansiedade \u00e9 necess\u00e1rio o acompanhamento de um profissional da \u00e1rea para analisar caso por caso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O professor Paulo Roberto diz que em todas as aulas as conversas com os alunos se tornam fundamentais. Fazer com que cada dan\u00e7arino entenda sobre o ato de ganhar ou perder ajuda no combate contra a ansiedade e na prepara\u00e7\u00e3o para uma apresenta\u00e7\u00e3o. \u201cSempre passamos aos alunos a import\u00e2ncia de participar e dar o melhor de si, isso j\u00e1 vale para toda a carreira de dan\u00e7arino\u201d, finalizou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Dan\u00e7a como terapia&nbsp;<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Capa-Portal-JP-8-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1956\"\/><figcaption>Abertura Intercom 2018 com o grupo de dan\u00e7a especial (Foto: Luiza Martin da Rosa)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O mundo da dan\u00e7a exige muita persist\u00eancia e dedica\u00e7\u00e3o. Outra jovem que nunca desistiu dos sonhos foi Beatriz Peres de Oliveira. Aos 10 anos, foi diagnosticada com c\u00e2ncer no cerebelo, o que a fez perder os principais movimentos do corpo. A chegada da doen\u00e7a foi um choque para toda a fam\u00edlia. Fabiane Peres, a m\u00e3e de Beatriz, conta que no momento em que descobriram ficaram sem ch\u00e3o. \u201cN\u00f3s nunca imaginamos que iria acontecer com a gente n\u00e9\u201d, relembra Fabiane.<\/p>\n\n\n\n<p>Os familiares hoje contam dos momentos com muita emo\u00e7\u00e3o. Cada apresenta\u00e7\u00e3o de Beatriz \u00e9 considerada uma vit\u00f3ria. A dan\u00e7a ajudou a bailarina a evoluir na fisioterapia, nos movimentos do corpo, e at\u00e9 mesmo na coordena\u00e7\u00e3o motora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A psic\u00f3loga Maria Aparecida de Freitas sempre trabalhou com as artes em suas terapias. A especialista explica sobre a import\u00e2ncia para diversas a\u00e7\u00f5es do corpo e da mente, n\u00e3o s\u00f3 para pessoas com defici\u00eancia f\u00edsica ou mental, como tamb\u00e9m para todos os familiares. \u201cA crian\u00e7a em seu desenvolvimento j\u00e1 busca o ritmo, a express\u00e3o de si. Hoje em dia qualquer crian\u00e7a que tem a necessidade de explodir em emo\u00e7\u00e3o, j\u00e1 come\u00e7am a ser diagnosticadas precocemente.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Maria ressalta que a participa\u00e7\u00e3o de todos os envolvidos \u00e9 fundamental para uma terapia eficiente. \u201cA m\u00fasica \u00e9 essencial para o desenvolvimento da crian\u00e7a, elas necessitam se expressar de alguma forma. Se eu pudesse falar para todos os pais, pediria para que pudessem usar a express\u00e3o corporal no seu dia a dia, para todas as pessoas\u201d, finalizou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Beatriz usou e abusou da m\u00fasica em todas as suas terapias. Mas, al\u00e9m de bailarina, tamb\u00e9m tinha um sonho de lan\u00e7ar o pr\u00f3prio livro infantil. Alguns anos se passaram, e ela conseguiu conquistar mais um t\u00edtulo: de Escritora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mercado da dan\u00e7a em Joinville<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A capital nacional da dan\u00e7a enfrenta grandes desafios na pandemia do coronav\u00edrus, com eventos parados e festivais cancelados. As dan\u00e7as foram para as telas dos celulares e se adaptaram a um novo formato digital. Mas as dificuldades do mercado na cidade n\u00e3o s\u00e3o de agora. Os dan\u00e7arinos enfrentam problemas para dar continuidade aos seus sonhos em Joinville, afinal as op\u00e7\u00f5es s\u00e3o poucas: sair da cidade ou abrir um novo neg\u00f3cio no ramo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Bianca Tha\u00eds decidiu abrir a pr\u00f3pria escola de ballet. Formada na Escola do Teatro Bolshoi, abriu sua primeira turma ap\u00f3s tr\u00eas anos tentando inovar no mercado de trabalho. \u201cNo come\u00e7o foi dif\u00edcil, recebi muita ajuda dos meus pais que acreditaram no meu sonho junto comigo. N\u00e3o ganhei apenas alunos, e sim pequenas e grandes amigas\u201d, detalhou a bailarina. Bianca iniciou as aulas com alunas muito jovens, e j\u00e1 expandiu para diversas idades.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de criar o pr\u00f3prio est\u00fadio de dan\u00e7a, o mercado em Joinville tamb\u00e9m d\u00e1 possibilidades de agir com criatividade. O munic\u00edpio abriga hoje a primeira f\u00e1brica de pole dance do sul do Brasil. Gladson Pazinho Maranho \u00e9 o respons\u00e1vel de perceber esse desfoque no mercado joinvilense, ap\u00f3s sentir a necessidade de mat\u00e9ria-prima em seu est\u00fadio de pilates. \u201cEu sofri muito preconceito quando comecei, por ser uma modalidade denominada sensual, mas isso serviu para me fortalecer ainda mais.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O empreendedor explica que o pole dance expandiu muito nos \u00faltimos anos, e fez com que as vendas para fora do Brasil dobrassem. \u201cNa pandemia encontramos um novo p\u00fablico. Al\u00e9m dos est\u00fadios de dan\u00e7a, hoje nosso p\u00fablico alvo se tornou os pr\u00f3prios dan\u00e7arinos, que querem uma barra em casa\u201d, disse o diretor t\u00e9cnico e engenheiro da f\u00e1brica, Pedro Lafaiete Schmitt.<\/p>\n\n\n\n<p>Empreendedores e bailarinos vivem na incerteza em 2021. Os profissionais do ramo permanecem ansiosos para a pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o do Festival, afinal \u00e9 um dos principais eventos que movimentam o&nbsp; mercado dessa arte.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ely Diniz, presidente do Instituto Festival de Dan\u00e7a Joinville (IFDJ), explica o quanto o festival movimenta a economia da cidade. &#8220;Para parte de hotelaria, turismo da cidade, \u00e9 o que chamamos de alta temporada. N\u00f3s temos a feira da sapatilha, que comp\u00f5e os principais fabricantes de produtos de dan\u00e7a do pa\u00eds, que vem para c\u00e1, e consideram o festival de dan\u00e7a como a principal mola propulsora de venda durante todo o ano.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Devido \u00e0 pandemia, o 38\u00ba Festival de Dan\u00e7a de Joinville ser\u00e1 realizado em outubro de 2021. As inscri\u00e7\u00f5es permanecem abertas at\u00e9 meados de agosto, quando forem selecionados os grupos. Em nota, o IFDJ anunciou que ser\u00e3o seguidas medidas sanit\u00e1rias e criado um Grupo de Trabalho, coordenado pela Secretaria Municipal de Sa\u00fade, com a participa\u00e7\u00e3o da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Festival de Dan\u00e7a n\u00e3o \u00e9 apenas um encontro de artistas, como dito no in\u00edcio de sua hist\u00f3ria, mas se tornou tamb\u00e9m refer\u00eancia e renda para muitas pessoas. O momento \u00e9 at\u00edpico, mas a garra de professores, empres\u00e1rios, dan\u00e7arinos e institui\u00e7\u00f5es que prezam pela arte mant\u00eam as ra\u00edzes da dan\u00e7a vivas em Joinville e em todo o mundo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Capa-Portal-JP-7-1-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1948\"\/><figcaption>Apresenta\u00e7\u00e3o do Bolshoi na abertura do Intercom 2018 (Foto: Luiza Martin da Rosa)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como Joinville se tornou a Capital Nacional da Dan\u00e7a<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Foi em 1983 que Joinville deu os primeiros passos no mundo da dan\u00e7a. Tudo come\u00e7ou com a ideia de juntar bailarinos de diversos cantos do pa\u00eds para trocarem experi\u00eancias. Carlos Tafur, o ent\u00e3o coordenador da Escola Municipal de Ballet de Joinville (EMB), teve a ideia de fazer um interc\u00e2mbio de bailarinos, com eventos e atividades simult\u00e2neas, da realiza\u00e7\u00e3o de mostras at\u00e9 cursos, oficinas e a\u00e7\u00f5es para a discuss\u00e3o de temas relacionados \u00e0 dan\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Albertina Tuma, gestora da Casa da Cultura na \u00e9poca, sonhou mais alto e prop\u00f4s um festival de dan\u00e7a na cidade. \u201cUm sonho transformado em realidade, o maior festival de dan\u00e7a do pa\u00eds, em uma \u00e9poca em que Santa Catarina enfrentava uma grande enchente\u201d, relembrou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os aeroportos estavam fechados e as estradas interditadas, mas nenhum obst\u00e1culo impediu os integrantes dos grupos de dan\u00e7a de persistirem em seus sonhos. J\u00e1 no primeiro festival, 40 dos 47 inscritos compareceram, totalizando 400 bailarinos vindos de diversos lugares do pa\u00eds, como Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1 e Esp\u00edrito Santo. Infelizmente, devido ao temporal que atingiu diversas cidades, os ga\u00fachos e as equipes de Florian\u00f3polis n\u00e3o conseguiram participar. Entretanto, n\u00e3o faltou competi\u00e7\u00e3o para novos grupos conhecerem o que se transformaria no maior festival de dan\u00e7a do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>No primeiro dia do evento, a Sociedade Harmonia Lyra se tornou&nbsp; palco para as apresenta\u00e7\u00f5es, e, mesmo com todas as adversidades, o local lotou at\u00e9 as principais ruas do centro de Joinville.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir dali, o festival cresceu em n\u00fameros e apresenta\u00e7\u00f5es. \u201cA feira da sapatilha, gincana cultural, concurso de biqu\u00edni, entre outras atra\u00e7\u00f5es que contribu\u00edram muito para todo esse sucesso&#8221;, explicou Tuma. Em 1998 foi criada a Feira da Sapatilha, hoje considerada a maior do setor no pa\u00eds, com a participa\u00e7\u00e3o dos principais fabricantes nacionais de artigos de ballet.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s 15 anos de sua primeira edi\u00e7\u00e3o, o Festival de Dan\u00e7a de Joinville ganha palcos maiores com o Centreventos Cau Hansen. O novo espa\u00e7o tem a capacidade de abrigar cerca de 4,5 mil espectadores, com camarotes, arquibancada e espa\u00e7o para lanchar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Chegada da Escola do Teatro Bolshoi do Brasil<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A virada de um novo s\u00e9culo marcou a inaugura\u00e7\u00e3o da primeira filial da Escola do Teatro Bolshoi da R\u00fassia em Joinville. Em 1996 a escola fez uma turn\u00ea pelo Brasil e participou do evento em Joinville. Ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o, o grupo do Bolshoi recebeu o convite de Luiz Henrique da Silveira, prefeito do munic\u00edpio na \u00e9poca,&nbsp; para jantar em sua casa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s algumas conversas, o prefeito descobriu o desejo da Escola de ter uma filial no Brasil, onde ofereceu a cidade para sediar a Escola do Teatro Bolshoi do Brasil. \u201cDentre todas as capitais, que algumas tamb\u00e9m tiveram interesse, ele foi o \u00fanico prefeito que saiu daqui e foi at\u00e9 Moscou, e se comprometeu a manter essa Escola\u201d, declarou C\u00e9lia Campos, diretora administrativa do Bolshoi. No dia 15 de mar\u00e7o de 2000, foi inaugurada a \u00fanica filial da Escola do Teatro Bolshoi da R\u00fassia no Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Joinville como Capital Nacional da Dan\u00e7a&nbsp;<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Em 2005 o Festival de Dan\u00e7a foi parar no Guiness Book como o maior do mundo. Com a marca que ultrapassa 4,5 mil dan\u00e7arinos de todo o pa\u00eds e do mundo, 140 grupos amadores e profissionais, com uma assist\u00eancia de mais de 200 mil pessoas a cada ano. A cita\u00e7\u00e3o est\u00e1 no cap\u00edtulo Festivais e Tradi\u00e7\u00f5es &#8211; O mundo moderno: &#8220;O Festival de Dan\u00e7a de Joinville, em Santa Catarina, Brasil, \u00e9 o maior do mundo.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA Harmonia Lyra estava lotada, deu at\u00e9 um medo de desabar tudo, pois tinham muitas pessoas na galeria\u201d, declarou Lucienne da Costa, de 62 anos, telespectadora do primeiro Festival. A aposentada conta que foi algo inusitado na cidade, pois at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o havia nada parecido. \u201cTodas as apresenta\u00e7\u00f5es eram muito coloridas, muito vibrantes.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n    <div class=\"xs_social_share_widget xs_share_url after_content \t\tmain_content  wslu-style-1 wslu-share-box-shaped wslu-fill-colored wslu-none wslu-share-horizontal wslu-theme-font-no wslu-main_content\">\n\n\t\t\n        <ul>\n\t\t\t        <\/ul>\n    <\/div> \n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De bailarinos a empreendedores, Joinville se tornou uma refer\u00eancia no mercado nacional da dan\u00e7a&nbsp; Por Gabriele Abatti Joinville conquistou o t\u00edtulo de Capital Nacional da Dan\u00e7a devido ao esfor\u00e7o de cada um dos personagens dessa arte, que iniciam no mundo dos ritmos desde crian\u00e7a.&nbsp; Isabela Luisa, de 9 anos, come\u00e7ou a apresentar as caracter\u00edsticas de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":2748,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[266,354],"tags":[272,273,274,275,276],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1944"}],"collection":[{"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1944"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1944\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2749,"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1944\/revisions\/2749"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2748"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1944"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1944"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/primeirapauta.ielusc.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1944"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}